7 de Setembro - Independência
Dom Pedro resmungando no túmulo:
- Foi pra isso?
Dom Pedro resmungando no túmulo:
- Foi pra isso?
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Pedro Pellicano
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22:54
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E tinha o rapaz que era gay, mas sabia que seus colegas tiravam sarro quando ele não estava:
- É só eu virar as costas que vocês descem o pau em mim.
Que coisa...
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Pedro Pellicano
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13:51
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Chupeta é coisa de bebê. Quem não gosta, é só cuspi.
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Pedro Pellicano
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00:46
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SÃO PAULO - 5º C
Enfrentamos esse frio de rachar porque estamos superaquecendo o planeta.
...entendeu? >> :o)
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Pedro Pellicano
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23:14
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A Justiça é lenta por causa de alguns adfolgados.
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16:13
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O trunfo de uma grande empresa hoje é ter uma linha de produção barata e preços competitivos. Mas de que adianta essa estratégia se o dinheiro economizado é gasto com atendimento ao cliente, assistência técnica, trocas e devoluções?
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Pedro Pellicano
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14:30
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O celular tocou. Não atendi.
O celular vibrou. Não atendi.
O celular apitou. Não atendi.
No recado, alguém reclamando que não atendi. Oras, eu sei disso.
No recado, alguém dizendo que era urgente. Mas disse só isso.
Antes de existir o celular as emergências eram "inevitable"?
E em que momento nós deixamos de ter uma vida para estarmos "always available"?
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Pedro Pellicano
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15:27
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Plutão não é mais um planeta. O que muda então?
- A astrologia.
- A astronomia.
- Todos os livros sobre o tema já publicados até a semana passada.
- Todos os documentários que, de alguma forma, associaram Plutão a 'Planeta'.
- Pra fazer o Sistema Solar, as crianças vão precisar de 8 bolas de isopor e não 9.
- Absolutamente nada.
E por aí vai.
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18:39
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Se para você o tempo voa pare de jogar relógios pela janela.
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16:34
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FOLHA DE SÃO PAULO - "O atacante Rafael Sóbis, do Internacional de Porto Alegre, assina contrato de 8 anos com o time espanhol Betis".
Em outra palavras, Rafael fica famoso e sóbis na vida.
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11:55
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A internet é mesmo incrível. É possível achar, por exemplo, o site de uma floricultura lá nos Apes Suíços. Mais ainda, você consegue o endereço e telefone deles, pode comprar um arranjo de flores européias e mandar despachá-las ao Brasil de um dia para o outro (pagando muito bem, é claro). Caso a floricultura ofereça comunicação por meio de mensagens instantâneas é possível conversar com a atendente e até vê-la pela webcam. Vocês podem trocar e-mails, se ver na webcam e até se apaixonar. Isso tudo, graças à internet.
Imagine só, você recebendo aquela foto picante de uma mulher a milhares de quilômetros de distância, que você nem sonhava em conhecer. A foto chega e é um espetáculo à parte. Vocês combinam de continuar se falando.
No dia seguinte, ao ir ao banco, sua conta está vazia. Seu cartão de crédito é recusado na padaria e a senha de entrada na sua empresa foi bloqueada por tentativas falsas de acesso. Porque tudo isso? Porque a foto do seu 'amor suiço' tinha um cavalo de tróia, vírus que rouba informações dos outros. E ela limpou sua conta bancária, estourou seu cartão e QUASE conseguiu acessar os dados de sua empresa. Isso tudo, de novo, graças à internet.
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15:47
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Não sei mais distinguir um presidenciável de um imprestável.
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12:34
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- Sempre bom saber que as companhias aéreas estão de portas abertas
- A porta da TAM foi pelos ares.
- Se fosse uma porta da Varig diriam que ela entrou em greve.
- Era só ter aquele apito de carro importado que avisa se a porta está aberta.
- É bom a TAM pintar seu logo nas portas de geladeira de suas aeromoças.
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Pedro Pellicano
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00:17
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Mendigo jogando lixo na rua:
- Por acaso você faz isso na sua casa?
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Pedro Pellicano
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17:51
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No ônibus fretado, desses com bagageiro acima da poltrona, embarca um japonês. Ele traz uma jaqueta de couro posta em um cabide e toda embalada em plástico. Parece ser de algum valor ou, no mínimo, que será utilizada em ocasião pomposa. O japonês então apóia o cabide no bagageiro superior de modo que a vestimenta fique suspensa no ar e livre de qualquer contato. "Pronto, assim não amassa" ele pensa.
Me estranhou tamanho cuidado com uma roupa por parte de um homem, mas sendo ele japonês comecei a pensar na sociedade oriental, nas culturas ming, ping e pong, na culinária rica em alimentos naturais e, claro, no sinônimo de povo trabalhador que é o japonês. E lá se foi o ônibus, o japonês e a jaqueta pendurada no bagageiro por seu zeloso dono.
Um buraco. Dois buracos. Uma freada brusca, lombada...e outro buraco. Não tenho certeza de quantas vezes, mas o japonês bem que tentou manter a jaqueta estável durante os obstáculos urbanos, ora apenas erguendo a mão, ora erguendo-se para fixar o cabide com mais força. Pensei até na provável mulher do japonês, esperando ele (e a jaqueta) pontualmente (e sem amassos).
Acho que 5 minutos bastaram. O japonês se encheu da jaqueta, dos buracos, do cabide e do plástico. Arrancou a jaqueta do cabide, tirou do plástico, sacudiu algumas vezes no ar e estendeu-a no banco ao lado. Pra finalizar, balsfemou alguma coisa em japonês que eu não entendi nada. Mas sabia que não era educado.
Conclusão? Bem...achei engraçado todo o cuidado para depois mandar tudo pro inferno. Acho que independente da cultura, da raça ou do lugar de origem, homem pensa como homem sempre. Nem que demore 5 minutinhos a mais.
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Pedro Pellicano
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16:07
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Achei que o Corinthians tinha chegado ao fundo do poço. Mas eles descolaram uma pá.
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Pedro Pellicano
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